Vistoria lacrada
Veículo em outro estado: vistoria onde ele está, com o laudo enviado lacrado ao DetranRS.
Para quem mora em São Paulo com carro emplacado no RS
Você mora em São Paulo e o carro continua registrado no Rio Grande do Sul. A Jet cuida da parte do DetranRS pelo WhatsApp, e quando o processo aceita vistoria em trânsito, como a segunda via do CRV, ela é feita aí em SP, numa ECV credenciada, sem você precisar viajar.
Mande placa e Renavam: a gente responde com os documentos e o orçamento, segunda a sexta, das 8h30 às 18h30.
Estes são os processos que mais trazem clientes do seu estado até a Jet, todos com o veículo registrado no RS. Os outros estão na lista completa de serviços.
Veículo em outro estado: vistoria onde ele está, com o laudo enviado lacrado ao DetranRS.
CRV em papel perdido, roubado ou extraviado: a Jet emite o documento eletrônico de propriedade.
Nova autorização de transferência quando a anterior se perdeu, saiu com erro ou a venda foi desfeita.
Licenciamento do ano ou atrasado: consulta de débitos, pagamento e CRLV-e em PDF.
Registro do financiamento (alienação fiduciária) no DetranRS, sozinho ou junto com a transferência.
A Jet levanta IPVA, multas e taxas, monta o parcelamento e regulariza até o CRLV-e sair.
Quase tudo o que depende só de papel a gente resolve daqui de Gravataí, com você em São Paulo: a primeira emissão da ATPV-e, licenciamento, levantamento e quitação de débitos e inclusão de gravame quando você compra financiado. Você manda os documentos por foto ou PDF e a Jet dá entrada no DetranRS. Já a segunda via da ATPV-e passa pelo cancelamento da anterior, que o DetranRS faz com o veículo presente; a gente confirma antes se o seu caso tem cancelamento.
O que muda é quando o processo exige ver o carro. A segunda via do CRV, que hoje o DetranRS chama de emissão do documento eletrônico de propriedade, pede vistoria de identificação, segundo o próprio DetranRS. Para isso existe a vistoria lacrada, feita em São Paulo. Quem define essa exigência é o DetranRS, porque o registro do carro está no RS.
Em São Paulo, o nome oficial é vistoria em trânsito: o Detran-SP descreve o serviço como necessário quando um veículo registrado em outro estado precisa passar por vistoria no Estado de São Paulo. Na prática, o carro passa por uma ECV (empresa credenciada de vistoria) paulista e o pedido é feito no portal do Detran-SP.
Pelas regras publicadas pelo Detran-SP, o laudo da ECV vale por 60 dias e serve para um único serviço, o valor da vistoria é cobrado pela própria ECV, e o pedido é concluído em até 3 dias úteis.
Tem um limite importante: o Detran-SP informa que a vistoria em trânsito não pode ser usada para transferência de propriedade, com base na Resolução Contran 941/2022. Ela serve para processos como a segunda via, e a gente confirma antes o caminho do seu caso, para você não agendar nem pagar uma vistoria na ECV que não vai servir.
Para a segunda via do CRV, você manda documento de identidade, CPF e comprovante de residência atualizado, que é o que o DetranRS pede do proprietário. Se o documento antigo foi perdido, furtado ou roubado, entra também o Boletim de Ocorrência.
O requerimento é assinado pelo dono do veículo, e a gente prepara tudo para você só conferir e assinar. Quem tinha o CRV impresso até dezembro de 2020 e precisa dele para vender é o caso mais comum que chega de São Paulo: o CRV de papel não é mais emitido, e o que sai no lugar é o CRLV-e.
Se o carro está no nome de outra pessoa da família que ficou no RS, também dá: o pedido é do proprietário ou de quem o representa com documento que comprove, e a gente diz qual documento serve no seu caso.
Se o comprador mora em São Paulo, a sua parte como vendedor é a ATPV-e, emitida no DetranRS com os dados do comprador, e a transferência fica com ele no Detran-SP. A Jet emite a ATPV-e e confere antes se há débito, multa ou gravame que impediria a venda.
Como a vistoria em trânsito do Detran-SP não serve para transferência de propriedade, o comprador faz a vistoria própria do processo de transferência em SP. Por isso, a ATPV-e só deve sair quando o comprador estiver definido: os dados dele entram no documento, e corrigir depois dá trabalho.
Perdeu a ATPV-e ou o comprador desistiu antes de transferir? A segunda via da ATPV-e passa pelo cancelamento da anterior, que o DetranRS faz com o veículo presente; a gente confirma antes se o seu caso tem cancelamento.
Se você mudou de vez para São Paulo, a lei pede que o carro passe a ser registrado aí: o Código de Trânsito Brasileiro (art. 123) exige novo registro quando o dono muda de município de residência. Essa transferência é feita no Detran-SP, não no DetranRS.
A parte gaúcha é onde a Jet entra antes da mudança: conferir débitos, multas e restrições no RS, regularizar o licenciamento e resolver gravame pendente, para o processo em São Paulo não travar por algo que ficou para trás aqui.
Já se você está em SP por um tempo, por trabalho ou estudo, ou se o carro vai ser vendido em breve, muitas vezes faz mais sentido manter o registro no RS e resolver tudo à distância. Se for vender, o post sobre o que é ATPV-e explica por que ela só deve ser emitida com o comprador definido.
Tudo começa no WhatsApp: você conta o que precisa e manda placa e Renavam do veículo. Antes de qualquer pagamento, a gente consulta no DetranRS débitos, multas, restrições e gravame, e diz se o seu processo precisa de vistoria.
Se não precisa, você manda os documentos por foto e a Jet dá entrada. Se precisa, a gente explica como fazer a vistoria numa ECV de São Paulo e o que fazer com o laudo, e só segue quando ele estiver em ordem.
Você recebe o orçamento com as taxas oficiais separadas do nosso serviço e acompanha cada etapa pelo WhatsApp até o documento sair. O CRLV-e fica disponível no aplicativo CNH do Brasil (antiga Carteira Digital de Trânsito), então não tem papel para chegar pelo correio.
As regras de processo citadas aqui vêm das fontes oficiais:
Sim. O Detran-SP tem o serviço Solicitar Vistoria em Trânsito, para veículo registrado em outro estado que precisa de vistoria em São Paulo. A vistoria é feita numa ECV credenciada em SP e o pedido é feito no portal do Detran-SP.
Não. O Detran-SP informa que a vistoria em trânsito não pode ser usada para transferência de propriedade (Resolução Contran 941/2022). Para transferir, o caminho é outro, e a gente explica qual pelo WhatsApp.
Não. O DetranRS exige vistoria de identificação na segunda via, e ela pode ser feita em São Paulo, como vistoria em trânsito numa ECV. A Jet cuida do processo no DetranRS e confirma o caminho para o seu caso antes.
O valor é definido pela própria ECV, não pelo Detran-SP, então varia de empresa para empresa. As taxas do DetranRS a gente passa separadas no orçamento.
Pelo WhatsApp: mande placa e Renavam e a gente responde com o caminho do processo, incluindo se ele exige o veículo, e o orçamento.
Chamar no WhatsApp